Os demais nomes testados
pelo instituto registraram índices entre 1% e 2%. Renan Santos (Missão)
alcançou 2%, enquanto Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado
(PSD), Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Joaquim Barbosa (DC) e Cabo
Daciolo (Mobiliza) obtiveram 1% cada. Hertz Dias (PSTU) foi citado, mas não
atingiu 1%.
Brancos e nulos somam 9% dos
entrevistados, enquanto 3% afirmaram não saber em quem votar.
O levantamento também
simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário,
o presidente amplia sua vantagem, alcançando 62% das intenções de voto, contra
30% do senador. Brancos e nulos representam 6%, e 1% dos entrevistados não
respondeu.
A pesquisa mostra ainda que
Lula apresenta desempenho mais expressivo no interior pernambucano, onde
registra 61% das intenções de voto. Entre os eleitores católicos, o percentual
sobe para 66%.
Outro dado relevante é a
forte identificação entre os eleitores que declaram apoio ao prefeito do
Recife, João Campos (PSB), potencial candidato ao Governo de Pernambuco. Nesse
segmento, Lula alcança 72% das intenções de voto.
Por outro lado, Flávio
Bolsonaro apresenta melhor desempenho entre os eleitores evangélicos, grupo em
que atinge 40%, e entre os que manifestam intenção de votar na governadora
Raquel Lyra (PSD), onde registra 34%.
Os números indicam a
manutenção da influência política de Lula em Pernambuco, estado onde o
presidente historicamente registra índices eleitorais acima da média nacional e
mantém forte identificação com parcela significativa do eleitorado.
A pesquisa reforça ainda o cenário de polarização nacional, mas aponta uma vantagem consistente do atual presidente entre os eleitores pernambucanos tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.
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