Os documentos indicam que
Eduardo teve atribuições diretas na gestão financeira e estratégica do projeto
audiovisual, o que contraria declarações feitas por ele em publicação nas redes
sociais, nas quais afirmou ter apenas cedido direitos de imagem, sem exercer
funções de gestão.
O contrato de produção,
datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente em janeiro de 2024, aponta a
empresa GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos, como responsável pela
produção do filme. O documento também lista Eduardo Bolsonaro e o deputado
federal Mario Frias (PL-SP) como produtores-executivos.
A função atribuída aos
produtores inclui participação em decisões estratégicas relacionadas ao
financiamento do longa, elaboração de materiais para investidores e atuação na
captação de recursos, incluindo incentivos fiscais, patrocínios e parcerias
comerciais.
Segundo o conteúdo revelado,
Eduardo Bolsonaro teria atuado diretamente na articulação financeira do
projeto. Uma troca de mensagens entre o empresário Thiago Miranda e o banqueiro
Daniel Vorcaro, datada de março de 2025, reforça essa atuação. Na conversa,
Miranda encaminha uma mensagem atribuída a Eduardo solicitando orientações para
dar continuidade a ajustes contratuais relacionados à produção.
Apesar das atribuições
detalhadas no contrato, não há confirmação pública sobre quais funções foram
efetivamente desempenhadas por cada um dos envolvidos ao longo do
desenvolvimento do filme.
O caso levanta
questionamentos sobre a participação de figuras políticas em projetos
audiovisuais de cunho biográfico e sobre a transparência na captação de
recursos para esse tipo de produção.
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