De
acordo com relatos de bastidores, a decisão de Márcio está diretamente
relacionada ao descumprimento de um acordo firmado ainda em 2024. Na ocasião,
lideranças políticas, incluindo a prefeita Márcia Conrado (PT) e seu esposo, o
pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo, teriam sinalizado apoio ao nome
de Sebastião Oliveira para a disputa proporcional em 2026.
A
recente mudança de posicionamento dentro do grupo teria provocado desgaste
político e desencadeado a saída do aliado, evidenciando fissuras na base
governista.
Em
entrevista, Sebastião Oliveira adotou um tom de reconhecimento à postura de
Márcio Oliveira, destacando o que classificou como um gesto de coerência
política. “Márcio tem o meu respeito e admiração. Esse gesto mostra que
ainda há esperança na boa política”, afirmou.
O
dirigente também revelou que foi procurado pelo ex-integrante da gestão antes
da decisão ser formalizada. Segundo ele, não houve orientação direta para o
rompimento, mas sim liberdade para que Márcio tomasse sua própria decisão.
Ainda assim, fez questão de reforçar seu apoio à atitude.
Ao
ser questionado sobre outros integrantes do Avante que permanecem na
administração municipal, como Allan Pereira, Sebastião evitou interferir,
mantendo postura de distanciamento em relação às decisões individuais dentro do
grupo.
O episódio amplia o clima de tensão política no município e pode ter reflexos diretos na composição de alianças para as eleições de 2026, especialmente diante do fortalecimento das disputas internas e da cobrança por fidelidade a acordos firmados previamente.
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