quarta-feira, 8 de abril de 2026

Pesquisa Meio/Meta mostra Lula com 40,4% e Flávio Bolsonaro com 37% em cenário de empate técnico

                   O cenário eleitoral para a Presidência da República em 2026 segue marcado por forte equilíbrio e alta imprevisibilidade. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo instituto Meio/Ideia revela um quadro de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), indicando uma disputa acirrada tanto no primeiro quanto no segundo turno.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 37%. Considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

A disputa segue no mesmo nível de equilíbrio em uma eventual segunda rodada. Flávio Bolsonaro atinge 45,8% das intenções de voto, superando numericamente Lula, que aparece com 45,5%. No entanto, a diferença também está dentro da margem de erro, mantendo o empate técnico.

O levantamento indica ainda estabilidade no cenário eleitoral em comparação com a rodada anterior, realizada em março. Na ocasião, Lula tinha 40,3% e Flávio Bolsonaro 35% no primeiro turno, o que demonstra variações discretas dentro da margem.

Na sequência, um segundo bloco de candidatos aparece tecnicamente empatado. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 6,5%, enquanto Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) registram 3% cada. Já Aldo Rebelo (DC) aparece com 0,6%.

Os indecisos representam 8,5% do eleitorado, enquanto votos brancos e nulos somam 1%.

Em cenários de segundo turno contra outros adversários, Lula apresenta vantagem. O presidente venceria Ronaldo Caiado por 45% a 39% e Romeu Zema por 44,7% a 38,7%. Contra Renan Santos, a diferença é mais ampla: 45% a 26,4%.

Outro dado relevante é o aumento da indecisão do eleitorado. Em janeiro, 64,5% dos entrevistados afirmavam já ter decidido o voto. Agora, esse índice caiu para 48,6%, enquanto 51,4% dizem que ainda podem mudar de escolha.

A avaliação do governo federal também apresentou estabilidade. O percentual de avaliação “ótimo” é de 10,7% e “bom” de 21,5%. Já 19% classificam a gestão como “regular”. As avaliações negativas somam 46,4%, sendo 15% “ruim” e 31,4% “péssimo”.

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril, com nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL. 

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