De
acordo com os dados, Lula aparece com 46,6% das intenções de voto, seguido pelo
senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 39,7%. Em patamares mais distantes,
o empresário Renan Santos (Missão) soma 5,3%, enquanto o ex-governador de Goiás
Ronaldo Caiado (União Brasil) aparece com 3,3%. Considerando a margem de erro
de um ponto percentual, os dois últimos estão tecnicamente empatados.
Outros
nomes também figuram no levantamento, como o ex-governador de Minas Gerais Romeu
Zema (Novo), com 3,1%, e o escritor Augusto Cury (Avante), com 1,1%. Já o
ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (DC) registra 0,3%.
Em
um cenário mais amplo, com maior número de pré-candidatos, Lula mantém a
liderança com 44,2%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 39,3%. Na sequência,
aparecem Renan Santos (5,1%), Romeu Zema (3,5%) e Ronaldo Caiado (3,0%), todos
próximos dentro da margem de erro. Outros nomes, como Ciro Gomes (PSDB), Samara
Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), apresentam percentuais mais baixos.
O
estudo também simulou um cenário alternativo sem Lula, com a entrada do
ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Nesse caso, Haddad aparece com
40,5% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro, que
soma 39,2%.
Nos
cenários de segundo turno, o levantamento aponta disputas altamente
equilibradas. Em um eventual confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, há empate
técnico: 47,8% para o senador e 47,5% para o presidente. Situação semelhante
ocorre em uma disputa entre Lula e Romeu Zema, com 47,4% para o petista e 46,5%
para o mineiro.
Já
contra Ronaldo Caiado, Lula aparece à frente, com 46,8% contra 42,2%. Em um
cenário inédito testado pelo instituto, o presidente também venceria Renan
Santos, com 47,1% contra 29,5%.
A
pesquisa ouviu 5.008 eleitores entre os dias 22 e 27 de abril, por meio de
recrutamento digital aleatório. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
sob o protocolo BR-07992/2026, o levantamento possui margem de erro de um ponto
percentual e nível de confiança compatível com padrões estatísticos do setor.
Os dados indicam que, embora haja uma liderança consolidada no primeiro turno, o desfecho da eleição permanece em aberto, especialmente diante da forte competitividade projetada para o segundo turno.
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