Segundo
o chefe do Executivo, o país enfrenta um cenário de alto comprometimento da
renda da população com dívidas acumuladas ao longo dos últimos anos. “Encontramos
os brasileiros endividados, e isso tem sufocado grande parte da sociedade”,
afirmou.
Entre
as principais iniciativas anunciadas está uma nova etapa do programa Desenrola
Brasil, que deverá contemplar débitos relacionados a cartão de crédito, cheque
especial, crédito direto ao consumidor (CDC) e também ao Fies. A proposta prevê
condições facilitadas, com juros limitados a 1,99% ao mês e possibilidade de
descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor das dívidas.
Outro
ponto destacado é a autorização para que trabalhadores utilizem até 20% do
saldo do FGTS como forma de amortização de débitos, medida que busca aliviar a
pressão financeira sobre os orçamentos familiares.
O
pacote também traz um mecanismo de restrição: cidadãos que aderirem ao programa
de renegociação ficarão impedidos, por um período de um ano, de acessar
plataformas de apostas online. A medida, segundo o presidente, visa evitar o
agravamento da situação financeira dos beneficiários.
Além
das ações voltadas ao crédito, o discurso presidencial incluiu a defesa de
mudanças na jornada de trabalho, com menção ao fim da escala 6x1. Para Lula, a
proposta pode contribuir para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores,
ampliando o tempo dedicado à família, à educação e à saúde.
As medidas fazem parte de uma estratégia mais ampla do governo federal para estimular a recuperação econômica, aumentar o consumo e reduzir os impactos sociais do endividamento no país.
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