quinta-feira, 9 de abril de 2026

Agressão entre alunos em escola de Floresta deixa criança com fratura no crânio

       Um episódio grave registrado dentro de uma unidade de ensino no Sertão de Pernambuco trouxe à tona a preocupação com a segurança e o convívio nas escolas. Um menino de 11 anos sofreu uma fratura no crânio após ser agredido por um colega, dentro de uma escola municipal em Floresta.

O caso ocorreu na última segunda-feira (6) e resultou na internação da vítima no Hospital da Restauração, referência em atendimentos de alta complexidade no estado. Após a agressão, o estudante apresentou sintomas como tontura e náuseas, sendo inicialmente atendido no hospital local antes de ser transferido para a capital pernambucana.

De acordo com informações da Escola Municipal Deputado Audomar Ferraz, o caso envolveu dois estudantes, sendo que um deles desferiu um soco contra o outro, ocasionando o traumatismo craniano, posteriormente confirmado após exames mais detalhados no Recife.

A instituição informou, por meio de nota, que adotou medidas imediatas diante da situação, prestando socorro ao aluno ferido, acionando os responsáveis e seguindo os protocolos de segurança e orientação pedagógica. A escola também destacou que o caso segue sendo acompanhado junto às famílias envolvidas.

O adolescente apontado como autor da agressão teria 15 anos. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o que teria motivado o episódio.

O Conselho Tutelar de Floresta confirmou que está acompanhando o caso e realizando os encaminhamentos necessários, incluindo suporte às famílias e articulação com outros órgãos competentes.

Procurada, a Polícia Civil de Pernambuco ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o registro da ocorrência até o fechamento desta matéria.

Já a prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, utilizou as redes sociais para repudiar o ocorrido e reforçar o compromisso da gestão com a proteção das crianças:

“Repudio com firmeza o episódio de violência ocorrido em uma escola da nossa rede municipal. Desde o primeiro momento, determinei total assistência à família do aluno, com acolhimento e acompanhamento das equipes. A violência não será tolerada, e o cuidado com nossas crianças está acima de qualquer coisa”, afirmou.

O estado de saúde do menino não foi oficialmente detalhado pelo hospital, mas informações apuradas indicam que ele permanece estável.

O caso reacende o debate sobre a necessidade de políticas preventivas, acompanhamento psicossocial e fortalecimento da cultura de paz no ambiente escolar. Com informações do Diario de PE

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