Segundo
o ministro, apesar de diversos nomes já se apresentarem como pré-candidatos, o
cenário permanece aberto, com muitos políticos ainda sem definição partidária
ou alianças consolidadas. Ele destacou que as próximas semanas serão decisivas
para o redesenho das chapas majoritárias no estado.
“Tem muitos movimentos nos próximos 15 dias e muitos
pré-candidatos ao Senado que nem partido têm ainda. Ninguém sabe onde vai ficar
e quem vai apoiar. O nosso partido tem a unidade. Na hora certa, com muita
tranquilidade, com muita serenidade, nós vamos tomar a decisão de maneira
coletiva”,
afirmou.
A
declaração foi dada durante participação em um fórum sobre infraestrutura
realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe),
no Recife.
Durante
a agenda, Costa Filho também anunciou que deixará o comando do Ministério de
Portos e Aeroportos no início de abril para se dedicar integralmente às
articulações políticas no estado. A desincompatibilização de cargos do
Executivo é exigida pela legislação eleitoral para quem pretende disputar as
eleições.
De
acordo com o ministro, a saída ocorrerá no dia 2 de abril. A partir daí, ele
pretende intensificar agendas políticas em todas as regiões de Pernambuco.
“Está chegando a hora de deixar o ministério. Vamos
deixar no dia 2 e a partir do dia 3 é viver no carro, andar Pernambuco do
litoral ao sertão”,
afirmou.
Dentro
do Republicanos, a estratégia política para 2026 já estaria consolidada. Costa
Filho afirmou que há consenso interno de que o partido pretende disputar uma
vaga majoritária no estado, especialmente no Senado Federal.
Segundo
ele, o clima dentro da legenda é de unidade em torno do projeto.
“O nosso partido hoje tem uma unidade e tem um pensamento
que é de disputar a eleição majoritária em Pernambuco, de disputar o Senado
Federal”,
declarou.
O
ministro também voltou a descartar qualquer possibilidade de disputar o cargo
de vice-governador em uma eventual chapa liderada pelo prefeito do Recife, João
Campos (PSB), que é apontado como provável candidato ao Governo de Pernambuco.
Nos
últimos dias, especulações nos bastidores políticos sugeriam que Costa Filho
poderia ocupar essa posição, hipótese que ele rejeitou.
“Isso não nos interessa. Porque eu acho que posso
efetivamente dar uma contribuição ao estado de Pernambuco no Congresso
Nacional”,
afirmou.
Durante
a conversa com a imprensa, o ministro também comentou o cenário político
estadual e destacou a importância do diálogo institucional entre lideranças de
diferentes campos políticos.
Costa
Filho elogiou a relação de cooperação entre a governadora de Pernambuco, Raquel
Lyra (PSD), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT),
ressaltando que parcerias institucionais são fundamentais para o
desenvolvimento do estado.
“Eu acho que as diferenças, muitas vezes, constroem as convergências. E é de convergência que Pernambuco precisa”, concluiu.
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