O
crime ocorreu em 11 de março de 2024 na Praia de Toquinho, no litoral sul do
estado, área próxima ao destino turístico de Porto de Galinhas. As duas
residências, localizadas lado a lado em um condomínio de veraneio, foram
atingidas pelas chamas quase simultaneamente.
De
acordo com o inquérito policial, quatro pessoas foram formalmente indiciadas:
duas diaristas e dois seguranças. Todos possuem algum tipo de vínculo familiar
ou profissional entre si, o que, segundo os investigadores, pode ter facilitado
a execução da ação criminosa.
Entre
os indiciados estão as diaristas Maria das Dores dos Santos Maciel, que
trabalhava em uma casa localizada a cerca de 50 metros das residências
incendiadas, e Maria Valéria dos Santos, responsável por serviços na casa de
Emília Rueda e que possuía acesso às chaves do imóvel.
Também
foram indiciados os seguranças José Pereira Gomes, marido de Maria das Dores, e
Aluísio Ângelo da Silva, colega de trabalho de José.
Um
dos pontos que chamou a atenção da investigação foi a ausência de sinais de
arrombamento em uma das casas atingidas. Esse detalhe levou os investigadores a
considerar, desde cedo, a possibilidade de que os responsáveis pelo ataque
tivessem acesso facilitado ao local.
No
momento do incêndio, Antônio Rueda estava fora do país, em viagem a Miami,
quando recebeu a informação de que os imóveis da família haviam sido
incendiados.
Apesar
dos indiciamentos, a Polícia Civil ainda não descarta a existência de um
possível mandante por trás do crime. Até agora, nenhum dos suspeitos apresentou
detalhes sobre como a ação foi planejada ou quem teria ordenado o ataque.
O
inquérito foi encaminhado às autoridades competentes e deverá seguir para
análise do Ministério Público, que avaliará os próximos desdobramentos do caso.
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