quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Raquel Lyra alerta para avanço da desinformação e defende gestão focada no futuro de Pernambuco

             Em meio ao início de um novo ciclo eleitoral, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou que o governo estadual deverá lidar, ao longo deste ano, com a intensificação da disseminação de informações falsas e narrativas distorcidas promovidas por adversários políticos. A declaração foi feita nesta quinta-feira (5), durante evento oficial do Governo do Estado, em Olinda.

Segundo a governadora, o cenário eleitoral tende a estimular a circulação de boatos e discursos oportunistas. “Vai ter muita coisa nesse ano, vai aparecer desinformação, gente que nunca levantou uma bandeira levantar, gente que teve a oportunidade de fazer e não fez e quer impedir que a gente faça”, afirmou, em tom crítico.

Raquel citou como exemplo recente um boato que circulou nas redes sociais envolvendo o Hospital da Restauração, no Recife, unidade que passa por obras de requalificação. De acordo com a governadora, informações falsas chegaram a afirmar que a emergência da unidade teria sido fechada. “Fake news. Mentira”, declarou, rebatendo a narrativa.

As declarações ocorreram durante o lançamento da plataforma PE.gov, realizado no Teatro Guararapes, em Olinda. Ao longo do discurso, a governadora fez referências indiretas a gestões anteriores, prática recorrente em suas falas públicas, mas evitou citar partidos ou ex-governadores de forma nominal.

Ainda durante o evento, Raquel Lyra defendeu que 2026 não deve ser encarado como um ano de encerramento de ciclo, mas como parte de um projeto de longo prazo. Para a governadora, o foco da atual gestão está na construção de bases sólidas para o futuro do estado.

“Este não deve ser olhado como o último ano do nosso mandato. Esse é o primeiro ano dos próximos cinco, mas também dos próximos 50 anos, tudo depende das sementes que nós estamos plantando agora”, afirmou.

Ao comentar o ambiente político, a governadora reconheceu o clima de polarização e ressaltou que o período eleitoral exige responsabilidade nas decisões cotidianas. Segundo ela, a motivação do governo não está atrelada a cálculos eleitorais ou à disputa por novos cargos.

“Eu não sou alguém que acorda todo dia querendo saber qual o próximo cargo que vou ocupar. Se fosse pela eleição, eu não estaria enfrentando temas difíceis”, concluiu. 

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