Segundo a direção, parte das informações divulgadas
na denúncia não condiz com os fatos apurados, especialmente no que se refere à
alegação de que a água estaria contaminada. A escola reforça que o
abastecimento segue critérios regulares de controle e que não existe registro
formal que ateste risco à saúde de estudantes, professores ou servidores.
A nota destaca que a EREMA realiza limpezas
periódicas nos bebedouros e nas caixas d’água, como parte dos protocolos de
manutenção da unidade. A água ofertada à comunidade escolar é adquirida por
meio do Programa Água Potável nas Escolas, com recursos do Governo do Estado,
em regime de parceria com a instituição, onde o custeio é dividido igualmente
entre as partes.
Ainda conforme a gestão, na última semana alguns
usuários relataram um gosto atípico, semelhante a contato com vegetação. A
possibilidade levantada é de que essa alteração tenha ocorrido antes da água
chegar ao ambiente escolar, sem qualquer evidência de contaminação química ou
biológica.
Mesmo sem confirmação de irregularidades, a escola
informou que adotou medidas preventivas imediatas, incluindo o esvaziamento do
reservatório, nova higienização completa das caixas d’água e a aquisição de uma
nova remessa de água potável. Após as providências, a água passou a apresentar
características normais — inodora, incolor e sem sabor —, conforme relatos da
comunidade escolar.
A gestão da EREMA reafirmou seu compromisso com a
transparência e com a preservação da saúde e do bem-estar dos estudantes,
mantendo-se aberta ao diálogo e a novos esclarecimentos sempre que necessário.
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