Segundo informações publicadas pela coluna Painel,
da Folha de S.Paulo, o PDT mantém conversas avançadas para filiar
Marília, atualmente no Solidariedade, com o objetivo de lançá-la candidata ao
Senado Federal. O desenho preferencial da sigla, no entanto, contempla
inicialmente uma composição no campo de oposição estadual, integrando a chapa
encabeçada pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), pré-candidato ao Governo
de Pernambuco.
Nesse cenário, Marília disputaria uma das vagas ao
Senado ao lado do senador Humberto Costa, que deve tentar a reeleição,
consolidando a aliança entre PT e PSB no Estado.
Apesar do plano principal, Carlos Lupi reconhece
que o quadro político é considerado complexo. Pernambuco reúne um número
expressivo de pré-candidatos competitivos ao Senado, o que torna a formação das
chapas um exercício delicado de articulação.
Além de Humberto Costa e Marília Arraes, estão no
radar o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos); o senador Fernando Dueire
(MDB), que tende a disputar a reeleição; o deputado federal Eduardo da Fonte
(Progressistas); e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil).
No campo liderado por João Campos, Humberto Costa é
visto como nome praticamente consolidado na chapa, em razão da aliança
histórica entre PT e PSB. A segunda vaga, porém, permanece aberta e concentra
as principais disputas, envolvendo Marília Arraes, Silvio Costa Filho e Miguel
Coelho.
Outro fator decisivo será a definição da Federação
União Progressista — formada por União Brasil e Progressistas. Caso a federação
opte por apoiar Raquel Lyra, Miguel Coelho e Eduardo da Fonte podem integrar a
chapa governista ao Senado, alterando o equilíbrio político e pressionando
diretamente o grupo de João Campos.
A movimentação do PDT, portanto, insere um novo elemento na disputa estadual, sinalizando que alianças pragmáticas podem prevalecer sobre divisões tradicionais no caminho até 2026.
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