De acordo com nota do Palácio do Planalto, o veto
se fundamenta na Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe a criação de
despesas obrigatórias nos últimos meses de mandato sem que haja garantia de
execução integral dentro do período da gestão. A avaliação técnica apontou que
alguns trechos da proposta poderiam gerar impactos financeiros prolongados para
exercícios futuros.
Os Projetos de Lei 6070/25, oriundo do Senado, e
179/26, da Câmara dos Deputados, estabelecem reajuste entre 8% e 9% para
servidores efetivos, ocupantes de cargos comissionados e secretários
parlamentares. A sanção presidencial assegura o aumento previsto para 2026.
O presidente vetou dispositivos que autorizavam
aumentos também para os anos de 2027, 2028 e 2029, além de trechos que criavam
benefícios adicionais, como a chamada licença compensatória. O mecanismo previa
um dia de folga a cada três dias trabalhados, com possibilidade de conversão em
indenização financeira em situações específicas — ponto que poderia permitir
pagamentos acima do teto constitucional.
A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (18), abrindo prazo para eventual análise dos vetos pelo Congresso Nacional.
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