Sem mencionar diretamente o nome da possível
adversária, Humberto ressaltou que sua estratégia está centrada na consolidação
de sua própria trajetória política. Segundo ele, as pesquisas recentes
evidenciam reconhecimento popular pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
“Eu tenho trabalhado o meu
nome. Acho que tenho potencial para ter um excelente resultado nessa eleição.
As próprias pesquisas mostram que uma parcela muito importante da população de
Pernambuco reconhece o trabalho que tenho feito em defesa do Estado e do
Brasil. Conhecem a minha história ao lado do presidente Lula e das mudanças que
aconteceram no país. Eu fui ministro da Saúde no governo Lula”, afirmou.
Apesar da segurança demonstrada pelo petista,
levantamentos recentes indicam Marília Arraes como uma das favoritas na corrida
ao Senado, inclusive aparecendo à frente de Humberto em alguns cenários. A
consolidação de sua candidatura, no entanto, depende de articulações
partidárias, já que a ex-deputada precisaria definir nova legenda e viabilizar
espaço político em meio à superlotação de pré-candidatos no entorno do prefeito
do Recife, João Campos (PSB). Entre as alternativas cogitadas nos bastidores está
o PDT, que também avalia lançar candidatura própria ao Governo do Estado.
Humberto classificou a eleição para o Senado como
uma “batalha” e evitou comentar diretamente projetos de outros postulantes. “Não
cabe a mim opinar sobre candidaturas alheias. Estou focado na nossa construção”,
sinalizou.
O senador também abordou a relação institucional
entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
(PT). Em tom pragmático, avaliou que um eventual apoio da gestora estadual ao
presidente seria bem-vindo.
“Se a governadora decidir apoiar o presidente Lula
aqui em Pernambuco, naturalmente é algo positivo. Nós vamos ter uma eleição
muito difícil e vamos querer o voto de todo mundo. Quem quiser votar no
presidente será muito bem-vindo”, declarou.
Ainda assim, Humberto destacou que a definição de alianças não será tomada isoladamente no Estado. Segundo ele, o PT pernambucano mantém diálogo histórico com o PSB, mas a palavra final caberá à direção nacional da legenda e ao próprio presidente Lula.
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