Durante
a conversa com o apresentador Adriano Ferreira, com participação do jornalista Paulo
Edson, da Folha das Cidades, e participações de Cledilson Lima, Juliano Cesar (TV
Arcoverde) e Edson Silva (Agrestetv), Prudêncio afirmou que sua pré-candidatura
não nasce do confronto pessoal, mas da necessidade de devolver à região a
confiança em seu próprio potencial político e econômico.
“Uma pré-candidatura nossa não significa falar somente em
Pesqueira. Ela vem para resgatar a autoestima do povo de Pesqueira e reafirmar
toda a região no cenário político estadual e federal”, declarou
Ao
analisar o cenário político local, Prudêncio fez uma avaliação crítica, mas sem
ataques diretos, destacando que Pesqueira perdeu espaço ao longo dos anos pela
ausência de representação efetiva nos grandes centros de decisão. “Pesqueira
parou no tempo enquanto outras cidades cresceram. Isso é reflexo direto da
ausência de protagonismo político”, afirmou
Embora
seja pesqueirense e tenha sua base política no município, João Prudêncio fez
questão de enfatizar que sua pré-candidatura não se limita a uma pauta local. O
foco, segundo ele, é o Agreste Setentrional, região que, apesar de sua
relevância econômica e populacional, segue sub-representada na Câmara Federal.
O pré-candidato também defendeu um novo modelo de atuação parlamentar, anunciando a intenção de apresentar um programa de atuação, com prioridades claras. “Vamos dizer ao eleitor o que faremos caso sejamos eleitos. O foco será saúde e educação, com critério de necessidade, não de alinhamento político”, disse.
Um
dos pontos mais enfatizados durante a entrevista foi o posicionamento de
Prudêncio contra o que ele chama de “política do ódio”. Ex-opositor da atual
gestão municipal, ele fez questão de diferenciar crítica política de ataque
pessoal.
“Sou oposição, mas uma oposição equilibrada. Não acredito
em política feita com rancor, com raiva. O eleitor está cansado disso”, afirmou. Segundo ele, a população
espera soluções concretas, e não guerras permanentes entre grupos políticos.
Outro
ponto central da entrevista foi a defesa de uma campanha baseada no contato
direto com a população. Prudêncio afirmou que pretende fazer uma campanha “no
chão”, porta a porta, conversando olho no olho com os eleitores.
“O eleitor hoje desconfia da política, e com razão. A
única forma de reconstruir essa confiança é estando presente, ouvindo,
explicando, assumindo compromissos claros”, disse.
Ao
final da entrevista, em um momento descontraído que repercutiu entre os
espectadores, Paulo Edson questionou se, no Carnaval, Prudêncio dançaria o Toré
com o prefeito Cacique Marcos e a governadora Raquel Lyra ou o frevo com o
delegado Rossine e o prefeito do Recife, João Campos. Demonstrando habilidade
política, Prudêncio respondeu: “Vou dançar o frevo com o povo”,
sintetizando sua postura de independência e proximidade com a população.
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