De
acordo com Ângelo, episódios registrados fora da Região Metropolitana
indicariam que o problema possui caráter mais amplo e sistêmico. Entre os casos
citados, está o município de Sertânia, no Sertão do Moxotó, onde, durante a
campanha eleitoral de 2024, surgiram relatos que voltaram a ganhar repercussão
no atual contexto das denúncias estaduais.
Na
ocasião, a então candidata à Prefeitura de Sertânia, Pollyanna Abreu, declarou
publicamente, durante ato de campanha, a presença de estruturas do Governo do
Estado no município, incluindo órgãos como a Casa Civil e a Casa Militar. As
declarações, à época inseridas no debate eleitoral local, agora reaparecem como
parte de um conjunto de fatos apontados por críticos como indícios de
interferência institucional em disputas políticas.
No
vídeo, Ângelo Ferreira contextualiza esses episódios e sustenta que o padrão de
atuação relatado não pode ser tratado como isolado ou pontual. Para ele, o uso
de estruturas estatais em contextos políticos fragiliza a confiança da
população nas instituições e compromete princípios fundamentais da democracia,
como a imparcialidade do poder público.
As
denúncias reacenderam o debate sobre os limites da atuação das forças de
segurança, a necessidade de controle institucional e o papel dos órgãos de
fiscalização diante de possíveis desvios de finalidade no uso do aparato
estatal.
VEJA VÍDEO ONDE ÂNGELO MOSTRA FALA DA PREFEITA POLLYANA CONFIRMANDO O USO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA


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