Eduardo Bolsonaro é acusado
pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de coação e tentativa de influenciar
autoridades estrangeiras com o objetivo de apoiar a imposição de tarifas
econômicas ao Brasil, além de sanções a ministros do STF e outras autoridades
brasileiras. As ações teriam ocorrido enquanto o deputado se encontrava nos
Estados Unidos.
Caso o resultado seja
confirmado, o parlamentar se tornará réu e a ação penal será instaurada. A
análise de mérito — que inclui eventual absolvição ou condenação — ocorrerá em
etapa posterior. A Primeira Turma opera atualmente com quatro ministros devido
à realocação de Luiz Fux para a Segunda Turma e à aposentadoria de Luís Roberto
Barroso.
No voto que abriu a maioria,
o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a PGR “demonstrou presença da
justa causa necessária para a instauração de ação penal contra o acusado
Eduardo Nantes Bolsonaro, tendo detalhado sua conduta criminosa”. A
denúncia também envolve o comentarista Paulo Figueiredo Filho, cujo processo
foi desmembrado para tramitação separada.
Residente nos Estados
Unidos, Eduardo Bolsonaro não apresentou defesa formal no processo. Com isso, a
Defensoria Pública da União (DPU) foi designada para representá-lo.
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