“É preciso, imediatamente,
fazer a extradição do Bolsonaro para o Brasil, para que ele responda por todos
os crimes que cometeu, e não apenas com relação às vítimas da covid-19. Em
todos os momentos, o Bolsonaro foi esse que está aí: fugiu na hora H, quando
estava para se deflagrar a invasão à sede dos Três Poderes”, disse o
ex-presidente do Senado, em entrevista ao UOL News, na manhã desta
segunda-feira (9).
À CNN, Calheiros afirmou que vai formular uma petição para que o ex-presidente
seja formalmente investigado no inquérito dos atos antidemocráticos, que seja
considerado fugitivo da Justiça brasileira até que venha dar esclarecimentos à
Justiça. E, caso Bolsonaro não venha, vai pedir a prisão preventiva dele.
Renan Calheiros classificou
os atos terroristas que depredaram o Palácio da Alvorada, o Congresso Nacional
e a sede do Superior Tribunal Federal (STF) como “inimagináveis”.
Jair Bolsonaro viajou para
os Estados Unidos dias antes do fim de seu governo. Da Flórida, o ex-presidente
se esquivou da responsabilidade pelos atos de terrorismo ocorridos em Brasília
neste domingo e rebateu as acusações do presidente Lula (PT) de ser o
responsável pelo movimento golpista existente no Distrito Federal.
Renan Calheiros disse,
ainda, que foi enganado pelo procurador-geral da República Augusto Aras e que
vai pedir o impeachment dele por agir em defesa de interesses que beneficiariam
Jair Bolsonaro e seus apoiadores
“Fui enganado. Ele repetiu que seria isento na questão dos encaminhamentos que
seriam tomados pela CPI e fez tudo diferente. Até passou o ano dizendo que não
tinha as provas que a CPI havia juntado. Ele não pode nos enganar novamente.
Defendo o impeachment do procurador-geral da República porque ele é um
reincidente na prevaricação”.
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