segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Arcoverde: Vereadores aprovam novo mínimo para servidores

           Com a presença de nove vereadores, a Câmara Municipal de Arcoverde aprovou na noite desta segunda-feira (23), em sessão extraordinária, a regulamentação e adequação do novo salário mínimo para os servidores públicos municipais. Convocada pela prefeita do município, Madalena Britto (PSB), a sessão não teve pagamento extra para os parlamentares.

Estiveram presentes a vereadora Célia Cardoso (PSB), Cleriane Medeiros (PRTB), Zirleide Monteiro (PTB), Cybele Roas (PP), Everaldo Lira (PMDB), Geraldo Vaz (PSD), Heriberto Sacolão (PTN), Siqueirinha (PSB) e João Taxista (PRP). A ausência da vereadora Luiza Margarida (PMDB) foi justificada pela presidência da Mesa Diretora devido a viagem.

Aproveitando por ser a primeira sessão do ano legislativo, vários vereadores aproveitaram para discursar. Quem abriu foi a vereadora estreante Zirleide Monteiro (PTB), que cobrou de saída a criação de um plano de cargos e carreiras para os servidores. Ela lembrou ainda que se o governo tem folga para aumentar cargos comissionados, terá espaço para garantir melhorias ao funcionalismo.

Em seguida, a vereadora Cybele Roas (PP) saiu em defesa do governo lembrando que a prefeitura de Arcoverde pagou em dia o mês de dezembro e o 13º salário e fez um histórico desde a criação do salário mínimo na era Vargas. Na sequencia da defesa do governo, a vereadora Cleriane Medeiros (PRTB) lembrou que a prefeita estava cumprindo a legislação ao aprovar no novo mínimo.

Pra finalizar, o vereador Everaldo Lira (PMDB), líder do governo, falou das dificuldades do País e ressaltou que a repatriação salvou mais de 80% dos municípios brasileiros. Defendeu uma Arcoverde produtiva e igualitária. 

Por fim, a vereadora Célia Cardoso (PSB), presidente da Casa James Pacheco, colocou em votação o projeto de reajuste do salário mínimo que foi aprovado em 1ª e 2ª votação por unanimidade. Encerrando a sessão, a vereadora socialista lembrou que esta era uma sessão extraordinária e que não teria nenhum custo extra para a câmara ou a prefeitura. Os vereadores agora só voltam a se reunir no dia 15 de fevereiro, na primeira sessão ordinária deste período legislativo.