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quinta-feira, 26 de setembro de 2024

João Fernando desiste da disputa pela Prefeitura de Água Preta

                     O ex-deputado João Fernando Coutinho (Solidariedade) retirou sua candidatura a prefeito de Água Preta, município da Mata Sul pernambucana, na noite da quarta-feira (25).  Alegou falta de estrutura, anunciou apoio ao atual prefeito Antônio Manoel da Silva, o Miruca (PSB), e fez acordo com as mesmas forças políticas para que seu nome seja o da disputa em 2028.

"Desde sempre, eu sabia da dificuldade de enfrentar grupos fortes no município. Tentamos viabilizar a candidatura, criar uma onda que não se propagou", reconhece o agora ex-candidato. João Fernando e o Solidariedade apostaram no apoio do PSB, mas ele não chegou. "A direção do partido não quis confrontar (o ex-prefeito Noé Magalhães), PSB e Miruca continuou candidato, com bandeiras nas ruas, aliados, chapa forte para vereadores", justificou 

João Fernando afirma estar saindo do páreo de cabeça erguida e certo de ter feito o melhor que pôde. "Às vezes dar um passo atrás significa andar para frente. Estou com a consciência tranquila, porque meu projeto nunca foi pessoal", sustenta. E afirma lamentar que ao longo dos anos Noé Magalhães tenha recorrido a desinformações para desconstruir sua imagem. "Eu não tive um exército contra fake news", registrou.

O ex-deputado aposta agora que Miruca se afaste do grupo de Noé Magalhães e incorpore algumas de suas ideias ao projeto para o próximo Governo. Miruca assumiu a prefeitura de Água Preta em maio, quando a Justiça Eleitoral cassou o mandato do então prefeito Noé Magalhães e do vice Neto Cavalcanti (PSDB). Ambos são acusados de compra de votos na eleição de 2020. 

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quinta-feira, 18 de julho de 2024

Água Preta: ex-prefeito ataca mãe de João Fernando Coutinho. “vivia bêbada e mijava na rua”

              A Secretaria Nacional de Mulheres do PSB, em conjunto com a Secretaria de Mulheres do PSB de Pernambuco, manifestou publicamente seu repúdio às declarações feitas pelo ex-prefeito de Água Preta, Noé Magalhães, em um vídeo que circula nas redes sociais.

Noé Magalhães foi acusado de cometer violência política de gênero ao proferir comentários considerados inaceitáveis, jocosos e desrespeitosos sobre Julieta Pontual, filiada ao PSB, mãe do ex-deputado João Fernando Coutinho e ex-esposa do ex-prefeito Eduardo Coutinho.

Em nota, as mulheres socialistas expressaram seu descontentamento com as falas de Magalhães, destacando que, embora a política possa ter momentos de ânimos exaltados, a difamação e agressão verbal contra uma mulher para atingir outro homem é uma atitude baixa, machista e cafajeste.

“Nos solidarizamos com a companheira socialista, Julieta Pontual, e esperamos que o ex-prefeito Noé Magalhães se retrate de forma categórica e imediata. A política em Pernambuco precisa eliminar essa prática misógina, ultrapassada e criminosa de tratar todas as mulheres que dela participam,” declararam.

A nota ainda reforça que no PSB não há espaço para esse tipo de violência política, considerando-a vulgar, medíocre e criminosa. “Violência política de gênero é crime,” enfatizaram.

Diante da gravidade do ocorrido, as mulheres socialistas decidiram representar formalmente ao Conselho de Ética do PSB de Pernambuco contra Noé Magalhães, buscando medidas que coíbam e punam atitudes como essa dentro do partido. Do Nill Junior

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sábado, 27 de abril de 2024

PF realiza nova operação contra corrupção na prefeitura de Água Preta

                A Polícia Federal deflagrou na manhã da sexta-feira (26) a operação Trok, que dá continuidade às investigações da Operação Dilúvio, que teve como alvo o prefeito da cidade de Água Preta, Noé Magalhães (PSB), preso em setembro de 2023 sob acusação de recebimento de vantagem indevida na Mata Sul do estado.

Na operação de hoje, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas físicas e jurídicas no Recife e na Região Metropolitana, cujos bens estavam em uso pelos investigados da operação anterior.

Os crimes investigados são de corrupção ativa e passiva, cujas penas máximas somadas podem chegar a 32 anos de reclusão, além de multa. Os nomes dos alvos não foram revelados.

A investigação se originou a partir dos resultados da operação anterior, que apurou a prática de crimes de corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitação, lavagem de dinheiro, agiotagem, entre outros, atribuídos a agentes públicos, servidores, empresários e particulares.

O trabalho desta sexta foi realizado pela Delegacia de Repressão a Crimes de Corrupção e Desvio de Recursos Públicos (Delecor).

Noé Magalhães foi preso em 2023, em um apartamento em Boa Viagem, no Recife. A investigação apontou que ele teria contratado emergencialmente uma empresa para prestar serviço de manutenção preventiva dos veículos da frota da prefeitura com indícios de fraude no processo de licitação e possível superfaturamento.

Além disso, durante a execução do contrato, o fornecedor teria custeado despesas de passagens aéreas para o prefeito e sua esposa, Dani Lyra — que é Secretaria de Desenvolvimento Social na cidade de Água Preta —, o que incorreria em crime de corrupção.

No último dia 19, Noé retornou ao comando da prefeitura de Água Preta depois de passar sete meses afastado do cargo. 

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terça-feira, 5 de setembro de 2023

Prefeito de Água Preta, Noé Magalhães, é preso em operação da Polícia Federal

                 Na manhã desta terça-feira (5), o prefeito de Água Preta, na Mata Sul, Noé Magalhães (PSB), foi preso em uma operação da Polícia Federal. Esta é a segunda fase da Operação Dilúvio, que investiga crimes de corrupção, desvio de dinheiro público, agiotagem e lavagem de dinheiro atribuídos a agentes públicos, servidores, empresários e particulares.

De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva, que teve como alvo Noé Magalhães. "As penas máximas estimadas para os crimes investigados na Operação Dilúvio, somadas, podem ultrapassar 40 anos de reclusão", esclareceu a PF em nota.

O prefeito de Água Preta foi preso em um apartamento de luxo localizado na Avenida Boa Viagem, no Recife.

A primeira fase da Operação Dilúvio foi deflagrada no dia 23 de maio de 2023 e cumpriu 27 mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados ao grupo investigado, localizados nos municípios de Água Preta, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Paulista, Recife e Tamandaré.

De acordo com a PF, o que levantou suspeita foi a contratação, de forma emergencial, de uma prestadora de serviços de manutenção corretiva e preventiva de veículos da frota do município. A empresa tem sede em Jaboatão dos Guararapes, a mais de 100 km de Água Preta.

A Polícia Federal informou ainda que a empresa contratada custeou despesas como passagens aéreas internacionais em classe executiva para o prefeito e sua esposa. 

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terça-feira, 23 de maio de 2023

Prefeito de Água Preta é alvo de operação da Polícia Federal

                   A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira, 23 de maio, a denominada Operação Dilúvio, com a finalidade de dar cumprimento a 27 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional da 5ª Região. Um dos alvos é o prefeito da cidade de Água Preta, na Zona da Mata, Noé Magalhães (PSB), investigado por corrupção.

A investigação tem por objeto a apuração de crimes de corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitação, lavagem de dinheiro, agiotagem, entre outros, atribuídos a agentes públicos, servidores, empresários e particulares.

O atual gestor de um município localizado na Mata Sul do Estado de Pernambuco, teria contratado emergencialmente uma empresa para prestação de serviços de manutenção corretiva e preventiva de veículos da frota do município, chamando a atenção o fato de a empresa estar localizada a mais de 110km da sede do contratante, bem como, a constatação de que havia várias outras empresas na região, atuando no mesmo ramo.

Nesse sentido, apurou-se a existência de indícios de relações pessoais estreitas entre o prefeito e o verdadeiro proprietário da empresa contratada.

Vale salientar que a empresa envolvida foi contratada pela mesma Prefeitura com indícios de fraude ao caráter competitivo do processo licitatório, sendo que até o presente momento a relação contratual permanece vigente, não obstante os evidentes indícios de superfaturamento.

Ademais, durante a execução do contrato, restou comprovado que o fornecedor custeou despesas com passagens aéreas internacionais em classe executiva para o prefeito e sua esposa, a qual ocupa o cargo de secretária municipal, o que caracteriza, em tese, o crime de corrupção.

Ao longo da investigação também foram coletadas evidências de utilização de diversas contas de “laranjas”, empresas fantasmas ou de postos de gasolina para movimentar o dinheiro desviado dos cofres públicos, e também decorrente de possível prática de agiotagem por parte do prefeito.

Ao total, estão sendo empregados na presente ação 140 policiais federais, além de servidores da Receita Federal e da CGU, que cumprem 27 mandados de busca e apreensão nos municípios de Água Preta, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Paulista, Recife e Tamandaré, locais das residências dos suspeitos.

As penas máximas estimadas para os crimes investigados, somadas, podem ultrapassar 40 anos de reclusão. O nome da Operação, extraído de uma passagem bíblica, faz referência ao meio utilizado por Deus para fazer desaparecer da terra os vícios humanos, no caso presente, a malversação dos recursos públicos.

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