O
processo, iniciado a partir de denúncia do Ministério Público de São Paulo
(MP-SP) em dezembro de 2022, referia-se a um episódio ocorrido após um jantar
na capital paulista. A acusação sustentava que a vítima teria sido levada a um
quarto de hotel em estado de vulnerabilidade, após consumir bebida alcoólica,
onde teria sofrido violência sexual.
Em
agosto de 2025, a 30ª Vara Criminal da Capital havia condenado Brennand e
determinado o pagamento de R$ 200 mil em danos morais. Contudo, ao analisar o
recurso da defesa — composta pelos advogados Alberto Toron e Luiza Oliver —, a
2ª Câmara de Direito Criminal divergiu do entendimento anterior.
Embora o relator do caso, desembargador Tetsuzo Namba, tenha votado pela manutenção da condenação, o revisor Francisco Orlando e o presidente da Câmara, Alex Zilenovski, formaram maioria ao concluir pela insuficiência probatória. A defesa sustentou durante o processo a tese de consentimento e apontou inconsistências na narrativa da acusação. A decisão marca uma reviravolta no caso que envolve o empresário.
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