O caso ganhou ainda mais
repercussão após o vereador oposicionista Alexandre Laet lamentar publicamente
a saída do gestor. Em declaração, ele destacou a capacidade técnica, humana e
administrativa de Dayvison, classificando a exoneração como uma perda
significativa para o município.
“Independentemente de
questões partidárias, é preciso reconhecer quando um profissional entrega
trabalho, diálogo e compromisso com o SUS”,
afirmou o parlamentar, em um posicionamento que chamou atenção pelo tom
equilibrado em meio à polarização política local e destacando a fragilidade da gestão municipal.
Nos bastidores, a saída foi
recebida como um “abalo” na estrutura da gestão. Dayvison Amaral era
considerado um dos nomes mais técnicos da equipe, com trajetória consolidada na
saúde pública regional, incluindo passagem pela VI GERES e reconhecimento em diversos
municípios do Sertão.
Para analistas políticos e
lideranças locais, a decisão reforça a percepção de dificuldades da atual
gestão em manter quadros qualificados e consolidar uma equipe técnica estável.
A avaliação recorrente é de que a administração municipal tem enfrentado problemas
de articulação interna e gestão de pessoas, o que acaba impactando diretamente
áreas estratégicas como a saúde.
Para setores da oposição e até mesmo parte da base governista, o episódio simboliza um distanciamento entre o discurso de renovação apresentado durante o período eleitoral e a prática administrativa atual. A saída de um quadro técnico respeitado, somada a outras decisões recentes, tem alimentado críticas de que a gestão vem frustrando expectativas da população.
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