A iniciativa posiciona
Petrolina como destaque nacional, sendo, segundo a gestão municipal, a única
cidade do Nordeste — e possivelmente do país — com esse volume de unidades
simultaneamente em fase de implantação ou contratação.
Das 15 unidades previstas,
sete já estão em construção em diferentes localidades: Km 25, N7, N4, N10, Nova
Descoberta, Portal da Cidade e João de Deus. Juntas, essas obras somam mais de
R$ 17 milhões em investimentos.
Entre os destaques está a
UBS do bairro João de Deus, com aporte superior a R$ 3,6 milhões, além da
unidade do N10, que será classificada como Porte III, com estrutura ampliada
para atender uma demanda maior da população.
As novas unidades terão
papel estratégico no fortalecimento da atenção básica, ampliando o acesso a
consultas médicas, acompanhamento contínuo, serviços odontológicos e vacinação.
Além das obras já iniciadas,
a Prefeitura anunciou a abertura de licitação para a construção de mais oito
UBS. Os equipamentos serão implantados nos bairros São Gonçalo, Fernando
Idalino, Jardim Maravilha, Pedro Raimundo e Tapera, além dos núcleos N1, N3 e
N11.
Todas essas unidades serão
do tipo Porte II, com capacidade para abrigar duas Equipes de Saúde da Família,
compostas por médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, auxiliares de saúde
bucal e agentes comunitários.
Ao comentar o conjunto de
ações, o prefeito Simão Durando ressaltou o impacto social dos investimentos.
“Estamos realizando o maior investimento da história da saúde básica de
Petrolina. São 15 UBS entre obras em andamento e novas licitações, levando atendimento
para perto das pessoas e garantindo estrutura para cuidar da nossa população.
Não existe isso em lugar nenhum do país”, afirmou.
O gestor também atribuiu o
avanço à articulação política e ao apoio de lideranças como Fernando Filho, Antonio
Coelho e Miguel Coelho.
A ampliação da rede básica
deve contribuir para descentralizar o atendimento, reduzir a sobrecarga em
unidades já existentes e melhorar indicadores de saúde no município. A
estratégia reforça a importância da atenção primária como porta de entrada do
sistema de saúde, garantindo maior eficiência e qualidade no atendimento à
população.
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