De acordo com a pesquisa,
68% dos entrevistados apoiam a mudança, enquanto 22% se posicionam contra e 10%
não souberam ou preferiram não opinar. Apesar da maioria expressiva, o índice
representa uma leve queda em relação ao levantamento realizado em dezembro de
2025, quando o apoio atingia 72%.
A análise regional indica
que o Nordeste lidera o apoio à proposta, com 72% de aprovação e 16% de
oposição. Já o Sul apresenta o menor índice de favorabilidade, com 63%
favoráveis e 29% contrários.
O estudo também aponta
diferenças no nível de engajamento com o tema. No Sudeste, 47% dos
entrevistados afirmam acompanhar o debate de perto, o maior índice entre as
regiões. No cenário nacional, 43% dizem acompanhar a discussão com atenção,
enquanto 29% acompanham pouco e 27% não demonstram interesse.
O apoio ao fim da escala 6x1
é mais expressivo entre pessoas de menor renda. Entre os brasileiros que
recebem até dois salários mínimos, 70% defendem a mudança, contra 17% que são
contrários. Na faixa entre dois e cinco salários mínimos, 68% apoiam e 22%
rejeitam. Já entre os que possuem renda superior a cinco salários mínimos, o
apoio cai para 62%, com 30% de oposição.
O levantamento evidencia que o debate sobre a jornada de trabalho segue relevante no país, com impactos diretos nas relações de trabalho, produtividade e qualidade de vida dos trabalhadores, além de repercussões econômicas para empresas e governos.
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