A pesquisa foi realizada
entre os dias 2 e 4 de maio, com 2.000 eleitores em todo o país, e apresenta
margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Nos cenários estimulados —
quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados — Lula
aparece na liderança. No primeiro cenário, o petista registra 40% das intenções
de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 34%. Os demais possíveis candidatos
apresentam desempenho abaixo de 10%, indicando baixa competitividade no
momento.
Em um segundo cenário, com a
inclusão do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), Lula aparece com 38%, seguido por
Flávio Bolsonaro, com 33%. A variação é considerada dentro da margem de erro,
mantendo o quadro de liderança do atual presidente.
Já na pesquisa espontânea —
quando os nomes não são apresentados — Lula também lidera, com 31% das menções,
seguido por Flávio Bolsonaro, com 24%. O índice de indecisos chama atenção: 24%
dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder, o que
reforça a percepção de um eleitorado ainda em formação.
O levantamento também mediu
a rejeição dos principais nomes, evidenciando um ambiente eleitoral polarizado.
Lula apresenta 44% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41%, índices
próximos que indicam resistência significativa de parcelas do eleitorado a
ambos os candidatos.
Em uma simulação de segundo
turno, o cenário é de empate técnico. Flávio Bolsonaro aparece numericamente à
frente, com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Brancos e nulos
somam 7%, enquanto 6% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
A pesquisa também avaliou a
gestão federal. De acordo com os dados, 42% dos entrevistados aprovam o governo
de Lula, enquanto 52% desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.
Na avaliação detalhada, 14%
classificam o governo como ótimo, 13% como bom e 23% como regular. Por outro
lado, 20% consideram a gestão ruim e 28% a avaliam como péssima. Apenas 2% não
opinaram.
Os números indicam que, apesar da liderança de Lula nos cenários iniciais, o quadro eleitoral segue aberto e sujeito a mudanças, especialmente diante do elevado índice de indecisos e do equilíbrio observado em um eventual segundo turno.
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