Há também os 37% que dizem
que a reunião foi mais positiva a Lula, contra 20% que dizem ter sido mais
negativa. Outros 6% dizem não ter sido nem positiva nem negativa e 37% não
souberam ou não responderam.
Em relação aos efeitos para
o Brasil, 60% disseram ter considerado a reunião boa para o País, contra 18%
que a acharam ruim. Já 10% disseram não ter sido boa nem ruim para o Brasil e
12% não souberam ou não responderam.
Além disso, 70% dos
entrevistados afirmaram terem sabido do encontro, contra 30% que disseram
desconhecê-lo.
Quanto à atitude de Lula,
56% afirmaram que o petista teve uma postura "amigável", 13%
consideram que ele foi duro e 3% que não foi nem amigável nem duro. Outros 28%
não souberam ou não responderam.
A maioria (56%) defende que
Lula seja aliado dos Estados Unidos, 29% que seja independente e 6% que seja
opositor.
A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
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