De acordo com o
levantamento, Lula aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de
voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 41%. A diferença está dentro da margem de
erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico.
O resultado indica uma leve
retomada de Lula após um período de queda. Na pesquisa anterior, realizada em
abril, o senador aparecia à frente. A trajetória recente mostra um
estreitamento gradual da disputa, após o presidente já ter liderado com
vantagem mais ampla no fim de 2025.
Um dos pontos centrais do
levantamento é o comportamento do eleitorado independente — grupo que não se
identifica nem com o lulismo nem com o bolsonarismo. Eles representam 32% dos
entrevistados e tendem a ser decisivos no desfecho eleitoral.
Entre esses eleitores:
- 35% afirmam que não votariam em nenhum
dos dois candidatos;
- 31% optariam por Flávio Bolsonaro;
- 29% escolheriam Lula.
O dado evidencia um cenário
aberto, com alto potencial de influência desse segmento na definição do
resultado.
Avaliação do governo melhora - A pesquisa também traz sinais de recuperação na avaliação do governo federal. A aprovação de Lula subiu de 43% para 46%, enquanto a desaprovação recuou de 52% para 49%. É a menor diferença entre os dois indicadores desde abril.
Esse movimento coincide com
recentes ações do governo, como:
- nova edição do programa de renegociação
de dívidas;
- medidas de enfrentamento ao crime
organizado;
- revisão de políticas tributárias sobre
compras internacionais.
Segundo o levantamento,
metade dos entrevistados avalia positivamente as iniciativas voltadas à redução
do endividamento das famílias.
Apesar da melhora na
avaliação do governo, o sentimento em relação ao país permanece dividido. Para
53% dos entrevistados, o Brasil segue na direção errada, enquanto 38% acreditam
que o rumo é positivo.
O levantamento também revela
um eleitorado dividido pelo medo:
- 44% temem um retorno da família
Bolsonaro ao poder;
- 42% consideram a reeleição de Lula o
cenário mais preocupante.
A pesquisa foi encomendada
pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio. A
margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
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