“Eu quero ter a
oportunidade de governar o Estado de Pernambuco para fazer a duplicação até
Garanhuns. E tem um compromisso: eu governador do estado, se o Governo Federal
não fizer de Lajedo a Garanhuns, eu faço como governador”,
afirmou.
A entrevista ocorreu durante
agenda em celebração aos 77 anos de emancipação política de Lajedo, ao lado do
prefeito Erivaldo Chagas (Republicanos). Na ocasião, João Campos elevou o tom
das críticas à atual gestão estadual, comandada pela governadora Raquel Lyra
(PSDB).
Na área da educação, o
pré-candidato ironizou o ritmo de entregas do governo estadual. Segundo ele,
enquanto sua gestão na Prefeitura do Recife teria entregue 107 creches em cinco
anos, o Estado teria inaugurado apenas três unidades no mesmo período.
“Prometeram 250
creches e entregaram três. Nesse ritmo, vai demorar 250 anos, um quarto de
milênio, para terminar”, criticou.
João também rebateu críticas
ao PSB, defendendo o legado das gestões anteriores no estado. Ele destacou a
implantação de equipamentos como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e
escolas técnicas durante governos socialistas.
Na saúde, o pré-candidato
apontou problemas estruturais no Hospital da Restauração, acusando a atual
gestão de realizar intervenções superficiais. “O estado ajeitou dois
andares, deixou oito completamente largados e pintaram a fachada para contar
uma história de que reformaram o hospital inteiro”, declarou.
Como proposta, João Campos
afirmou que pretende priorizar a recuperação das seis grandes emergências
regionais e ampliar a capacidade de atendimento em estruturas já existentes.
Em relação ao abastecimento
de água, o socialista criticou a política de concessão da Compesa, destacando
que investimentos precisam resultar em melhorias efetivas para a população. Ele
citou problemas em municípios como Carpina e defendeu a ampliação de adutoras e
estações de tratamento.
Na segurança pública, João
afirmou que Pernambuco estaria enfrentando avanço de facções criminosas, com
concentração de efetivo policial em áreas nobres da capital. Ele defendeu a
retomada de políticas integradas inspiradas no programa Pacto pela Vida, com
atuação conjunta das forças de segurança e do sistema de justiça.
Outro ponto abordado foi a
defesa do fim da escala de trabalho 6x1. Segundo João Campos, o PSB deverá
fechar questão no Congresso Nacional contra esse modelo, com foco na melhoria
da qualidade de vida dos trabalhadores.
“O nosso partido
fechou questão para ser contra a escala 6 por 1 e ajudar a defender o
trabalhador e a trabalhadora”, afirmou.
Ele também destacou a necessidade de medidas compensatórias para pequenos empreendedores, garantindo equilíbrio entre direitos trabalhistas e sustentabilidade econômica.
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