Segundo João Campos, a
iniciativa beneficia diretamente o consumidor ao reduzir custos, mas precisa
ser acompanhada de ações que garantam equilíbrio para a indústria nacional,
especialmente o setor têxtil pernambucano.
“Acho uma medida
acertada para o povo brasileiro, quando a gente fala em reduzir impostos. É
ótimo se você puder ajudar as pessoas que consomem”,
afirmou.
Apesar do apoio, o dirigente
ressaltou a preocupação com os impactos sobre o Polo de Confecções do Agreste e
defendeu medidas compensatórias para evitar prejuízos à produção local. Para
isso, João Campos informou ter articulado diretamente com o vice-presidente Geraldo
Alckmin, que também já comandou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria,
Comércio e Serviços.
O objetivo é evitar a
taxação de insumos e matérias-primas essenciais para o setor, como tecidos
importados.
“Apelei para não
haver o antidumping de importação de tecido. Isso é fundamental, porque você
não pode aumentar o custo da produção local”,
destacou.
A avaliação de especialistas
aponta que a retirada do imposto pode estimular o consumo no curto prazo, mas
exige atenção para evitar concorrência desleal com a indústria brasileira.
O economista Brenno Almeida
reforçou que o desafio é equilibrar o benefício ao consumidor com a proteção da
cadeia produtiva nacional, especialmente em regiões como o Agreste de
Pernambuco, onde o setor de confecções é um dos principais motores da economia.
A discussão evidencia a necessidade de políticas públicas que conciliem redução de impostos com estímulos à competitividade da produção nacional.
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