De
acordo com Dr. Mauro, o distanciamento político não ocorreu de forma repentina,
mas foi resultado de um desgaste progressivo na relação institucional. O ponto
de ruptura teria sido agravado após a exoneração de dois assessores diretamente
ligados ao vice-prefeito dentro da estrutura da gestão.
Outro
fator decisivo para o rompimento foi a divergência em torno de articulações
eleitorais. Segundo o vice-prefeito, sua recusa em apoiar o nome de Letícia
Borba, neta da prefeita, para uma possível candidatura à Câmara Federal,
contribuiu para o agravamento da crise política.
Após
o afastamento, Dr. Mauro relatou que integrantes da gestão municipal ainda
tentaram estabelecer contato com lideranças políticas próximas a ele, mas sem
êxito. O episódio evidencia o nível de desgaste entre as partes e sinaliza uma
ruptura consolidada.
Em
declaração direta, o vice-prefeito indicou que passará a adotar uma postura
mais incisiva no cenário político local. “Agora eles terão uma oposição
de verdade. Muitas coisas ainda virão por aí”, afirmou, sugerindo que
novos desdobramentos podem surgir nos próximos meses.
O
rompimento entre os dois principais nomes do Executivo municipal deve impactar
diretamente a governabilidade e intensificar os debates políticos na cidade,
tanto no âmbito institucional quanto nos bastidores.
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