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no início da fala, Pacheco rebateu informações que circulam nos bastidores
políticos, negando a existência de novos fatos que comprometeriam sua atuação.
“Não é como estão te contando”, afirmou, reforçando que o mandato pertence à
população e não pode ser alvo de disputas baseadas em narrativas distorcidas.
O
vereador direcionou críticas à forma como a denúncia foi conduzida, alegando
que houve pressa e falta de consistência jurídica. Segundo ele, o documento que
deu origem ao processo teria sido “forjado às pressas” e utilizado de maneira
imediata para justificar a criação de uma comissão parlamentar, sem o devido
amparo legal.
Um
dos pontos centrais do pronunciamento foi a denúncia de falhas no rito
processual dentro da própria Câmara. Pacheco afirmou que houve desrespeito às
normas internas, à Lei Orgânica do município e a princípios básicos do devido
processo legislativo.
De
acordo com documentos apresentados pelo parlamentar, datados de 14 de abril de
2026, a própria Vice-Presidência da Casa reconheceu inconsistências no
procedimento adotado. Com isso, foram anulados atos considerados essenciais,
como a leitura da denúncia e o sorteio da Comissão de Avaliação, realizados
anteriormente no dia 6 de abril.
Apesar
da anulação parcial, o presidente da Câmara manteve o tom crítico em relação ao
conteúdo da acusação, classificando-a como “incoerente, sem fundamento e
sem verdade”. Ele também demonstrou confiança na condução das próximas
etapas e destacou o apoio que vem recebendo da população.
“Seguimos firmes, com a consciência tranquila e a certeza
de que a verdade sempre prevalece”, declarou.
Paralelamente, o embate político segue em curso dentro do Legislativo municipal. Um grupo formado por nove vereadores convocou, na tarde da última terça-feira (14), uma sessão extraordinária marcada para a sexta-feira (17), às 19h. Conforme o edital de convocação, o objetivo é avaliar “novas denúncias” relacionadas ao vereador Luciano Pacheco, ampliando o cenário de tensão e expectativa em torno dos desdobramentos do caso.
Com
isso, os prazos para defesa e outros procedimentos são vão contar a partir da
realização da Sessão Extraordinária, que teve seu edital já afixado no mural da
casa legislativa. A denúncia reside em uma suposta quebra de decoro parlamentar,
pelo fato o vereador ter exercido a presidência ao mesmo tempo em que exercia a
advocacia.
CLIC AQUI E VEJA O VÍDEO DO VEREADOR LUCIANO PACHECO
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