domingo, 12 de abril de 2026

Humberto Costa reúne setor cultural no Recife ao lado de Marília Arraes

          O fortalecimento da cultura como vetor de desenvolvimento econômico e social esteve no centro de um encontro promovido pelo senador Humberto Costa (PT), neste sábado (11), no Recife. A iniciativa reuniu artistas, produtores, agentes culturais e representantes do poder público em um espaço voltado ao diálogo e à construção de propostas para o setor. Entre as participantes a pré-candidata ao senado Marília Arraes (PDT).

Durante a atividade, o parlamentar apresentou um balanço de sua atuação na área cultural, destacando ações e iniciativas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas no segmento. O encontro também serviu como plataforma para ouvir demandas e discutir novos caminhos para ampliar o papel da cultura na economia e na identidade nacional.

Em sua fala, Humberto Costa enfatizou que a cultura deve ser tratada como um eixo estratégico para o país. Segundo ele, além de preservar a diversidade e a identidade brasileira, o setor tem capacidade de gerar emprego, renda e oportunidades em diferentes regiões.

Um dos principais pontos debatidos foi a necessidade de avançar na profissionalização dos trabalhadores da cultura. Nesse contexto, o senador destacou a importância do Estatuto dos Trabalhadores da Cultura, Artes e Eventos, proposta que busca criar mecanismos de proteção e regulamentação para profissionais que atuam em um setor marcado pela informalidade e pela instabilidade de renda.

A iniciativa deverá ser aprofundada em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura do Senado, com o objetivo de consolidar um novo marco legal que reconheça as especificidades da atividade cultural no Brasil.

O encontro contou ainda com a presença de diversas lideranças políticas, como as deputadas estaduais Dani Portela e Rosa Amorim, além das vereadoras Kari Santos, Cida Pedrosa e Eugênia Lima. 

Ao final do evento, Humberto Costa reforçou a importância de manter um diálogo permanente entre o poder público e a sociedade civil para consolidar políticas culturais duradouras. Para ele, o avanço do setor depende de planejamento, continuidade e reconhecimento da cultura como direito e como motor de desenvolvimento. 

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