Ao
deixar o União Brasil, onde enfrentava divergências internas, Mendonça se
insere em um novo ambiente político com potencial de protagonismo. No PL, sua
chegada é vista como determinante para consolidar a ala da direita tradicional
no palanque de Raquel, além de reforçar o tempo de televisão e a densidade
política da chapa majoritária.
A
movimentação também atende a um cálculo estratégico da governadora, que
atualmente lidera o Partido Social Democrático (PSD) em Pernambuco. Ao atrair o
PL de Bolsonaro para sua base, Raquel Lyra reduz o risco de fragmentação do
campo conservador e amplia sua competitividade eleitoral.
Nesse
contexto, Mendonça Filho desponta como nome forte para ocupar uma das vagas ao
Senado, agregando ao projeto governista sua experiência como ex-governador e
ex-ministro, além de capital político consolidado.
Nos
bastidores, a tendência é que a chapa majoritária seja estruturada com:
- Raquel
Lyra (PSD) — candidata à reeleição
- Mendonça
Filho (PL) — principal nome para o Senado
A definição da segunda vaga ao Senado, no entanto, permanece como o ponto mais sensível da articulação política. A disputa interna por esse espaço pode testar a capacidade de diálogo e composição entre as diferentes correntes que passam a integrar o bloco governista. Na lista estão Miguel Coelho do União Brasil, Dudu da Fonte do PP e agora Túlio Gadelha que vai entrar no PSD.
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