De
acordo com a representação apresentada ao órgão de defesa do consumidor, o
preço médio da unidade do pão francês teria passado de R$ 0,50 para R$ 0,75, o
que impacta diretamente o orçamento de famílias de baixa renda que dependem do
alimento como item básico na alimentação diária.
Segundo
o documento, o aumento gera um peso significativo no orçamento doméstico. Um
exemplo citado aponta que uma família que consome seis pães por dia gastava,
anteriormente, cerca de R$ 90 por mês. Com o novo valor, o custo mensal subiria
para R$ 135, resultando em um acréscimo de R$ 45 mensais.
Para
o diretório municipal do partido, a situação exige esclarecimentos. A denúncia
argumenta que a elevação não teria respaldo em mudanças significativas no preço
do trigo no mercado nacional e internacional durante o último mês.
“O pão é um dos alimentos mais presentes na mesa das
famílias brasileiras, especialmente das camadas mais populares. Um aumento
dessa magnitude precisa ser explicado com transparência”, destaca o documento encaminhado ao
Procon.
O
partido solicita que o Procon-PE avalie se houve prática abusiva ou eventual
infração ao Código de Defesa do Consumidor, além de verificar se os
estabelecimentos comerciais apresentaram justificativas técnicas ou econômicas
para o reajuste aplicado.
A
denúncia também pede que o órgão fiscalizador dialogue com o setor de
panificação para esclarecer os fatores que possam ter provocado a alteração no
preço final ao consumidor.
Além
da representação formal, o PT Arcoverde também orientou a população a registrar
reclamações caso tenha identificado o aumento em padarias do município. O
registro pode ser feito diretamente junto ao Procon-PE, o que pode reforçar a
investigação e ampliar a fiscalização.
Até o momento, não houve manifestação oficial de entidades representativas do setor de panificação em Arcoverde sobre o reajuste mencionado na denúncia.
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