O
movimento ocorre após o anúncio da saída de Marília do bloco formado por Partido
da Renovação Democrática (PRD) e Solidariedade. A decisão, segundo o presidente
estadual do PRD, Josafá Almeida, foi construída em diálogo com o presidente
nacional do Solidariedade, Paulinho da Força.
No
domingo (1º), Marília já havia sinalizado publicamente sua disposição de entrar
na corrida eleitoral. Em declaração nas redes sociais, afirmou que a decisão de
disputar o Senado “não tem volta”, reforçando o caráter definitivo da escolha.
A eventual candidatura ao Senado abre um novo capítulo nas articulações políticas em torno da possível chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB). A composição ainda está em debate e reúne nomes de peso no cenário estadual.
Entre
os cotados para integrar a majoritária estão o ministro dos Portos e
Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos); o ex-prefeito de Petrolina, Miguel
Coelho (União Brasil); e o senador Humberto Costa (PT), que buscará a
reeleição.
Nos
bastidores, aliados de Marília avaliam que sua exclusão de uma eventual chapa
seria politicamente inviável, considerando seu desempenho expressivo em
pesquisas eleitorais recentes e a densidade de sua base eleitoral,
especialmente na Região Metropolitana do Recife e no Agreste.
A possível ida ao PDT é vista como uma estratégia para garantir protagonismo e ampliar espaço de negociação nas composições futuras. O desfecho das articulações deve redefinir alianças e influenciar diretamente o equilíbrio de forças na disputa pelo Senado em Pernambuco.
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