Apontado
nos bastidores como possível integrante da chapa majoritária que poderia ser
encabeçada pelo prefeito do Recife, João Campos, o parlamentar afirmou que
qualquer definição sobre o posicionamento eleitoral do Partido Progressistas
será construída coletivamente e dentro do calendário político oficial.
As
movimentações políticas recentes provocaram reações dentro do próprio partido.
Prefeitos e parlamentares da legenda manifestaram apoio à reeleição da
governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, gerando debates internos sobre os
caminhos que o PP deve seguir na formação das alianças eleitorais.
Nos
bastidores, também circularam informações sobre possíveis perdas de espaço
político e cargos no governo estadual, o que ampliou o clima de tensão no
ambiente político.
Diante
do cenário, Eduardo da Fonte afirmou que não pretende tomar decisões sob
pressão e ressaltou sua experiência à frente da legenda em diversos processos
eleitorais.
“Isso é um equívoco. Na dor, não se resolve nada. Estou
no sexto processo eleitoral à frente do PP. Não funciona pressionar ou ameaçar.
Tenho responsabilidades como parlamentar de Pernambuco”, declarou.
Presidente
estadual do PP e também da Federação União Progressista em Pernambuco, o
deputado destacou o peso político da sigla no estado. Atualmente, o partido
possui uma das maiores representações no Legislativo estadual, com a segunda
maior bancada na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Segundo
ele, as decisões partidárias precisam refletir a vontade coletiva da legenda, e
não interesses individuais.
“O nosso partido tem posições coerentes. Não posso
colocar a vontade de um deputado nem a minha acima da vontade coletiva. Não
estamos tratando de um partido pequeno ou sem retaguarda nacional”, afirmou.
Eduardo
da Fonte também disse que pretende responder às especulações políticas com
articulação e fortalecimento partidário. Entre as estratégias mencionadas estão
novas filiações políticas e a apresentação de pautas que possam ampliar o
debate sobre o desenvolvimento de Pernambuco.
O
parlamentar destacou ainda que não pretende antecipar definições sobre a
composição das chapas majoritárias para as eleições.
De
acordo com ele, o processo seguirá o calendário estabelecido pelo Tribunal
Superior Eleitoral, que determina prazos legais para as movimentações
partidárias.
“Não posso pedir a ninguém que faça algo que não deseja.
Cada um tem sua decisão. O que posso fazer é trabalhar e movimentar a política
de Pernambuco”,
afirmou.
Segundo
Da Fonte, a definição sobre a formação das chapas majoritárias deve ocorrer
apenas após o final oficial da janela partidária, 4 de abril, e dos prazos
eleitorais estabelecidos pela Justiça Eleitoral.
“Ninguém precisa ter pressa. Existe um calendário, e ele precisa ser respeitado”, concluiu.
👉 Acompanhe mais notícias
e curta nossas redes sociais:


Nenhum comentário:
Postar um comentário