Com uma estrutura robusta — mais de 35 prefeitos,
13 deputados estaduais e cinco deputados federais — a federação reúne
musculatura eleitoral suficiente para influenciar diretamente o resultado da
eleição majoritária. O posicionamento do grupo é aguardado tanto pela
governadora Raquel Lyra (PSD), que buscará a reeleição, quanto pela Frente
Popular, que pode ter como candidato o prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Durante agenda administrativa recente, João Campos
demonstrou confiança na condução política do ex-prefeito de Petrolina e
presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho. O dirigente tenta
consolidar seu nome como candidato ao Senado Federal em uma eventual chapa
encabeçada pelo socialista.
Por outro lado, o presidente estadual da federação
União Progressistas, deputado federal Eduardo da Fonte (PP), sinalizou cautela.
Segundo ele, a definição sobre qual candidatura ao governo será apoiada só
ocorrerá após o encerramento da janela partidária e a consolidação das chapas
proporcionais.
“Temos muitos simpatizantes da
governadora dentro da federação, mas precisamos primeiro fechar o arco de
alianças e estruturar as candidaturas a deputado. As majoritárias são
consequência desse processo”, destacou.
Nos bastidores, Eduardo da Fonte é visto como um
dos nomes que também trabalha para viabilizar sua candidatura ao Senado.
Politicamente mais próximo da governadora Raquel Lyra, ele mantém diálogo
aberto com diferentes forças do cenário estadual.
O movimento estratégico da federação indica que a
decisão não será precipitada. O grupo pretende avaliar o cenário completo antes
de formalizar apoio, ciente de que sua escolha poderá redefinir o equilíbrio da
disputa.
Com peso político significativo e ambições próprias em jogo, a União Progressistas mantém Pernambuco em compasso de expectativa.
👉 Acompanhe mais notícias
e curta nossas redes sociais:


Nenhum comentário:
Postar um comentário