Segundo a deputada, o apoio demonstrado nas
pesquisas reflete um chamado do povo pernambucano. “Não sou eu que estou me
colocando nessa disputa. É o povo de Pernambuco que está me chamando, e eu
sempre estarei à disposição”, declarou.
No vídeo, Marília também levantou um debate
sensível ao sugerir que pode estar sendo tratada de forma desigual no processo
político. Ela questionou se a postura adotada em relação ao seu nome seria a
mesma caso fosse um homem, com histórico eleitoral semelhante e desempenho
consistente em disputas majoritárias recentes, incluindo dois segundos turnos
consecutivos.
A parlamentar ainda demonstrou desconforto com
movimentações de bastidores, ao criticar posturas que, segundo ela, priorizam
projetos pessoais e exercem pressão antecipada sobre a formação da chapa
majoritária, mesmo sem definição oficial sobre candidaturas ao governo.
O desabafo ocorre em um momento decisivo, com a
proximidade do prazo estipulado pelo prefeito do Recife, João Campos, para o
fechamento da chapa. Marília é apontada como um dos principais nomes para uma
das vagas ao Senado, ao lado de aliados como Humberto Costa, Sílvio Costa Filho
e Miguel Coelho. No entanto, com apenas duas vagas disponíveis e a reeleição de
Humberto tratada como prioridade pelo PT, o espaço para Marília ainda permanece
indefinido.
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