Sem confirmar nem descartar cenários futuros, João
preferiu concentrar o discurso na gestão municipal e na consolidação de um
modelo de Carnaval que, segundo ele, se tornou referência pela dimensão
democrática e pela valorização da cultura local.
Ao lado do vice-prefeito Victor Marques, o gestor
ressaltou que a festa deste ano mantém a proposta de acesso gratuito e
pluralidade cultural. “Estamos fazendo um Carnaval bem feito e
democrático. Você pode vir para o Bairro do Recife, não precisa pagar ingresso,
não tem nenhum tipo de área fechada. Você verá diversas linguagens culturais em
que 98% das atrações são de nossa terra”, afirmou.
Principal nome do PSB para enfrentar a governadora
Raquel Lyra (PSD) na eleição estadual, João Campos preferiu tratar o momento
como celebração de resultados administrativos. Disse estar “grato e com muita
esperança no futuro”, evitando qualquer sinalização explícita de despedida.
Quando provocado sobre um eventual “gosto de último
Carnaval”, respondeu com ênfase no compromisso com o cargo. “Eu nunca fiz
nada pela metade na minha vida. Tudo o que eu faço, quero fazer bem feito,
quero me dedicar. A maior honra da minha vida é estar como prefeito e poder
cuidar de toda a cidade”, declarou.
João também destacou avanços na organização da
festa ao longo dos anos de sua gestão, apontando melhorias estruturais e
logísticas como parte de um processo contínuo. “Cada ano tem uma
novidade, uma melhoria de organização. O sentimento é de que estamos fazendo o
dever de casa com alegria”, completou.
Enquanto o calendário eleitoral se aproxima, o prefeito mantém o foco na vitrine administrativa que o Carnaval representa — um dos maiores eventos culturais do país e estratégico para projeção política estadual.
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