O
pedido de investigação havia sido protocolado em dezembro de 2025 pelo vereador
Eduardo Moura (Novo), que sustentava a necessidade de apurar supostas
irregularidades administrativas cometidas pelo prefeito. A denúncia — centrada
em controvérsias sobre a nomeação de um procurador municipal — mobilizou
debates intensos entre parlamentares e ampliou a atenção da sociedade para a
relação entre Executivo e Legislativo na capital pernambucana.
A
votação ocorreu em meio a um cenário de ampla cobertura parlamentar e presença
significativa de público nas galerias da Casa de José Mariano, que registrou
filas desde as primeiras horas da manhã. A sessão expressou a divisão política
existente na Casa, com discursos acalorados tanto de apoiadores quanto de
críticos da administração municipal.
A
rejeição do pedido de investigação representa um ponto de inflexão no embate
político local, consolidando a base de apoio à gestão de João Campos no
Legislativo e encerrando, por ora, uma das tentativas mais recentes de abertura
de um processo de impedimento no município.
João Campos, que disputa novos desafios políticos e mantém agenda pública ativa, acompanhou o desenrolar dos trabalhos por meio de interlocutores, enquanto parte dos debates foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da Câmara e por veículos de imprensa locais.
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