Nesta
etapa preliminar, os membros da Academia votam, majoritariamente, dentro de
suas respectivas áreas de atuação. Atores escolhem atuações, diretores votam em
direção e profissionais técnicos avaliam as categorias específicas. A principal
exceção é a categoria Melhor Filme, na qual todos os votantes participam. A lista
oficial de indicados será divulgada na próxima quinta-feira (22).
A
98ª edição do Oscar já tem data marcada: a cerimônia acontecerá em 15 de março
de 2026, em Los Angeles, mantendo a tradição de ser realizada no Dolby Theatre,
palco histórico da premiação.
Em
meio a uma temporada internacional aquecida, o cinema brasileiro chega
competitivo à reta final da votação. O principal destaque é o longa “O Agente
Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que integra a lista prévia de Melhor
Filme Internacional e também aparece entre os pré-selecionados em Melhor
Direção de Elenco. O filme ganhou ainda mais projeção após vencer o Globo de
Ouro de Filme Internacional, ampliando sua visibilidade entre os votantes da
Academia.
O
Brasil também marca presença em outras categorias importantes. O documentário “Apocalipse
nos Trópicos”, de Petra Costa, figura na pré-lista de Melhor Documentário de
Longa-Metragem, enquanto o curta “Amarela”, dirigido por André Hayato Saito,
aparece entre os concorrentes a Melhor Curta-Metragem em Live Action.
Outros
destaques incluem o documentário “Yanuni” e o diretor de fotografia Adolpho
Veloso, que integra a equipe da produção americana “Sonhos de Trem”, presente
nas pré-listas técnicas da premiação.
A expectativa nos bastidores é alta. Há projeções de que o Brasil possa alcançar até nove indicações, incluindo a possibilidade de Wagner Moura disputar a estatueta de Melhor Ator por sua atuação em O Agente Secreto, o que reforçaria um dos momentos mais expressivos da presença brasileira na história recente do Oscar.
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