O
colegiado validou as provas colhidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate
ao Crime Organizado (Gaeco), afastando a tese de nulidade apresentada pela
defesa e permitindo a continuidade da investigação, que apura possíveis
irregularidades iniciadas em 2021, primeiro ano da gestão do prefeito João
Campos (PSB).
O
inquérito estava paralisado por decisão do juiz Rildo Vieira da Silva, titular
da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do
Recife. O magistrado é pai de Lucas Vieira Silva, personagem envolvido em uma
polêmica no concurso público para procurador municipal, homologado pela atual
gestão após a reinscrição do candidato dois anos depois do prazo inicial, em
razão de diagnóstico de autismo.
Lucas
concorreu no certame sem optar pelas vagas destinadas às ações afirmativas e
obteve a 63ª colocação. O episódio gerou questionamentos públicos e jurídicos,
ampliando o debate sobre a condução administrativa do concurso e possíveis
conflitos institucionais.
Com a nova decisão do TJPE, o Ministério Público está autorizado a aprofundar as investigações sobre contratos firmados pela Prefeitura do Recife, considerados suspeitos e sob análise quanto à legalidade, execução e destino dos recursos públicos envolvidos.
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