Raul
Jungmann deixou uma carreira pública extensa e multifacetada, iniciada na
política municipal como vereador do Recife e consolidada na Câmara dos
Deputados. Natural de Pernambuco, destacou-se por ocupação cinco ministérios ao
longo de sua trajetória no Executivo federal — cargos que moldaram sua imagem
de gestor técnico e articulador político.
Durante
o governo de Fernando Henrique Cardoso, Jungmann comandou os ministérios do
Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias, áreas em
que atuou em temas sensíveis como conservação ambiental e reforma agrária.
Posteriormente, ganhou destaque na gestão de Michel Temer, quando assumiu a
Defesa e, em 2018, foi nomeado o primeiro ministro da recém-criada pasta da
Segurança Pública — carga que objetivou centralizar políticas de combate à
violência e que acabou extinto no governo seguinte.
Nos
últimos anos, Jungmann vinha lidando com problemas de saúde. Após longo período
hospitalizado, chegou a receber alta para tratamento paliativo em casa, mas
voltou a ser internado no fim da semana, quando seu quadro se agravou. A
confirmação do óbito foi divulgada pela imprensa pelo hospital e por fontes
próximas à família.
Lideranças
políticas, colegas de governo e representantes de movimentos sociais já
manifestaram condolências e enfatizaram a relevância de sua atuação em áreas
como meio ambiente, agrária e segurança pública. Ainda não há informações
oficiais sobre veludo, enterro ou cerimônia pública; aguardam-se
posicionamentos da família e de órgãos oficiais.
Jungmann é lembrado por sua transição entre gestão técnica e atuação política em diferentes esferas — municipal, legislativa e federal — e por tentar estruturar respostas federais a temas complexos, como políticas de segurança e gestão ambiental.
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