“Tem toda cara de uma polícia política para perseguir
adversários”,
afirmou Guedes ao comentar a apuração, que ocupou cerca de dois minutos da
programação da emissora e reforçou o debate sobre um possível viés político da
investigação, especialmente diante do cenário de pré-campanha para o Governo de
Pernambuco.
A
apuração teve como alvo Gustavo Monteiro, secretário de Articulação Política e
Social do Recife e considerado um dos auxiliares mais próximos do prefeito João
Campos. A suspeita inicial apontava que o secretário estaria recebendo propina,
supostamente utilizando um veículo oficial da Prefeitura do Recife.
No
entanto, após três meses de investigação, não houve comprovação dos fatos
imputados ao secretário, o que intensificou as críticas sobre a forma como a
apuração foi iniciada e conduzida. Um dos pontos mais questionados diz respeito
à instalação de um rastreador, realizada sem ordem judicial e sem a formal
abertura de um inquérito policial.
Apesar
das controvérsias, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, declarou em
entrevista que a Polícia Civil atuou de maneira correta e dentro da legalidade,
defendendo a autonomia da instituição mesmo diante das críticas levantadas por
setores políticos e da imprensa.
O episódio segue alimentando o debate público sobre os limites da atuação policial, o uso de instrumentos investigativos sensíveis e o impacto político de operações em contextos eleitorais.
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