A ação prevê o plantio de 30
árvores nativas, dando início a um processo de requalificação verde de um
espaço simbólico e historicamente importante para a cidade. O trabalho já teve
início com a preparação dos berços onde as mudas serão plantadas. No entanto,
em um ato de sabotagem e desrespeito ao meio ambiente, todos os berços foram
destruídos cerca de 20 minutos após a associação comunicar oficialmente a ação
ao prefeito, vice-prefeito e ao diretor de Meio Ambiente.
Mesmo diante do ataque, a associação reafirmou a realização da atividade e reiterou seu compromisso com a preservação ambiental:
“Nosso trabalho segue. A ação está confirmada e estamos em contato com o
IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que é o órgão
responsável pela gestão do espaço, além da Estação da Cultura.”
A entidade também fez um
apelo à comunidade, destacando a importância do envolvimento popular para
proteger o ecossistema local e combater ações injustas contra o meio ambiente.
“Pedimos o apoio e a
sensibilidade da população. Precisamos garantir que não haja injustiça contra
nosso ecossistema.”
O episódio reacende o debate
sobre a relação entre poder público, sociedade civil e meio ambiente —
especialmente em um espaço onde, antes do São João, houve o corte de ipês no
pátio da estação, um crime ambiental que até hoje não teve responsáveis
identificados ou punidos.
A expectativa é que o ato de
domingo se transforme não apenas em um gesto de restauração ambiental, mas
também em um marco de resistência cívica e de pressão por responsabilidade e
transparência.
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