“Vamos fazer do
Recife a capital do Minha Casa Minha Vida”,
declarou Marcelo Maia, anunciando que a cidade já tem oito projetos aprovados,
com 1.900 moradias, e que outros 15 terrenos estão sendo avaliados para futuras
construções pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
O Habitacional
Caranguejo-Tabaiares será composto por 280 apartamentos, com cerca de 50m² cada,
distribuídos em nove blocos. A expectativa é de beneficiar ao menos 1.400
moradores, muitos dos quais vivem em áreas de risco, insalubres ou de ocupação
precária entre os bairros de Afogados e Ilha do Retiro.
Com um investimento total de
R$ 53 milhões, o projeto é custeado majoritariamente com recursos federais, por
meio do programa Minha Casa Minha Vida, e conta com contrapartida da Prefeitura
do Recife, que doou o terreno após um processo de desapropriação.
Além dos desafios
burocráticos, o projeto enfrentou também questões técnicas, já que o terreno
está localizado em uma área de mangue, exigindo fundações especiais. A
prefeitura arcou com R$ 5 mil por unidade habitacional para garantir a
segurança estrutural dos edifícios.
A cerimônia reforçou a
aposta do governo federal em parcerias com prefeituras que já possuem estrutura
e planejamento habitacional. Segundo a Caixa, o Recife se destaca nacionalmente
pela agilidade em apresentar projetos viáveis, terrenos legalizados e
alinhamento com critérios do FAR.
“Hoje é um dia que
nos mostra a certeza de que muitas outras obras vão começar em breve. O
trabalho aqui é sério, focado em resultado. Outras comunidades terão o mesmo
destino”, disse Marcelo Maia.
O início das obras marca não
apenas a concretização de uma promessa antiga para a comunidade de Caranguejo-Tabaiares,
mas também projeta o Recife como modelo nacional de execução habitacional
urbana, com prioridade para áreas historicamente negligenciadas.
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