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Foto: Dinho Anderson
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Um
dos momentos que marcaram a abertura dos trabalhos legislativos na cidade de
Arcoverde, quarta-feira passada, dia 15, foi o discurso do vereador estreante Wevertton
Siqueira (PSB), popularmente conhecido como Siqueirinha, filho do ex-vereador
Miguel Leite de Siqueira, o Sargento Siqueira, ex-presidente da Casa James
Pacheco. Ele fez uma defesa da história e da honestidade de seu pai após notícia
veiculada pelo site do Ministério Público e repercutida nas redes sociais sobre
o caso do desvio de recursos na Câmara de Arcoverde.
Siqueirinha
aproveitou o segundo expediente para ler uma nota em defesa da história e da
honra de seu pai, Sargento Siqueira, referente a denúncia feita pelo MPPE,
sendo aparteado pela vereadora Célia Cardoso que ressaltou o trabalho do
Sargento Siqueira e sua honestidade. Para Célia, a prova da inocência de Siqueira está em sua atitude pois foi o próprio que levou toda a história para as autoridades e ninguém produz prova contra si mesmo.
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| Foto: Dinho Anderson |
Siqueirinha
abriu o discurso dizendo ter “a honra de ser filho e levar adiante sua bandeira
de luta, de honradez, honestidade e muito trabalho em prol do povo humilde e
trabalhador do nosso município”. Quero afirmar a inocência do meu pai em
relação aos fatos que tratam de desvio de recursos financeiros cometidos pelo
então tesoureiro desta casa, o Sr. Ricardo Barbosa de Menezes, disse o
parlamentar socialista. Segundo anota, o acusado já confessou seu crime tanto
na delegacia de polícia como também perante o Ministério Público, revelado graças
a uma auditoria contábil realizada por determinação do então presidente
Sargento Siqueira.
Seguindo
a nota, ele lembra que “os fatos que foram noticiados foram levados ao
conhecimento dos órgãos de fiscalização e repressão, como delegacia de polícia,
Ministério Público, Tribunal de Contas e Polícia Federal por iniciativa do
presidente Siqueira, o que demonstra que não tinha, como não tem nada a temer,
pois jamais compactuou ou teve qualquer tipo de participação neste lamentável
episódio, a não ser confiar em quem não merecia sua confiança”.
De
acordo com a nota do vereador Siqueirinha, “a própria confissão do Sr. Ricardo
Menezes e os extratos bancários de suas movimentações financeiras comprovam que
o presidente Sargento Siqueira não teve qualquer tipo de participação, nem tão
pouco beneficiou-se dos desvios desses recursos financeiros”. Lamentou que seu
nome acabou sendo envolvido pelo fato de ser, na época, o presidente da Câmara
de Vereadores e consequentemente o ordenador de despesas.
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| Foto: Dinho Anderson |
Em
defesa do pai, o vereador Siqueirinha prossegue em sua nota dizendo que “não é
justo tentar macular a imagem e a vida pública de um cidadão sem dar-lhe o
sagrado direito de defesa, como ocorreu no último final de semana, já que o
processo noticiado pelas redes sociais encontra-se na sua fase inicial, onde
meu pai foi apenas denunciado pelo fato por ser na época o ordenador de despesa”.
Confiamos na justiça de Deus e na Justiça dos homens, e tendo a certeza que a
verdade prevalecerá e sua inocência será comprovada, disse Siqueirinha.
Ele
lamentou que muitos que não conhecem o ex-presidente da Casa James Pacheco fiquem
falando e jogando pedras nas redes sociais quando na realidade Siqueira é
apenas uma vítima de tudo o que aconteceu por obra de um servidor identificado
e que assumiu a sua culpa.
O
vereador Wevertton Siqueira (PSB) exalta em sua nota o caráter do seu pai e
pede respeito a sua história dizendo que “O cidadão, o pai de família e o homem
público Miguel Leite de Siqueira merece respeito e consideração, principalmente
da imprensa que sempre foi acolhida e bem recebida durante toda a sua gestão,
tendo todos a certeza de que combateremos qualquer tipo de acusação infundada e
sem provas, pois, como dito, o processo está apenas em seu início, onde até a
presente data houve apenas oferecimento de uma denúncia”.



