A
polêmica discussão sobre o aumento do número de vagas na Câmara de Vereadores
de Arcoverde teve na noite desta segunda-feira seu capítulo final. A Casa James
Pacheco terminou não analisando a proposta que seria apresentada pelo vereador Paulo Galindo (Paulinho)
do PMDB, de aumentar de 10 para 13 o número de vereadores em Arcoverde.
A
proposta que tinha por objetivo principal tentar salvar o mandato de alguns
parlamentares que hoje estão sob risco de não voltarem àquela casa legislativa,
mas devido a ausência de parlamentares e a saída de outros em pleno transcorrer
da sessão, a matéria nem chegou a ser debatida e muito menos votada.
Para
o aumento de vagas passar seriam necessários sete (7) votos favoráveis. Com a não
decisão da Câmara, as dezenas de candidatos a vereadores no pleito de 2 de
outubro próximo vão disputar apenas 10 vagas, o que deve dar um coeficiente
eleitoral de 3.500 votos para eleger um parlamentar.
Decepcionados
com a frustração da votação não ocorrida, alguns parlamentares (Paulinho e
Cleriane) deixaram a sessão para assistir um ensaio de uma quadrilha junina ao
lado da prefeita Madalena Britto (PSB). A vereadora Luiza Margarida (PMDB) não
conseguiu chegar à sessão que terminou com apenas cinco parlamentares em
plenário (Célia Cardoso, Luciano Pacheco, Djanira Brito, Everaldo Lira e
Sargento Siqueira). Vale lembrar que cada vereador recebe mais de R$ 8 mil para
participar de apenas uma sessão por semana.

