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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Sem Todos com a Nota, times da Série A2 se viram para arrumar recursos para disputar competição




           A
Série A2 deste ano será a primeira competição estadual desde o cancelamento dos
ingressos subsidiados pelo programa Todos com a Nota. Com isso, alguns clubes
tiveram que buscar alternativas para suprir a ausência da verba governamental.
Muitos seguiram atrelados ao poder público. Seja com ajuda financeira ou
estrutural, com custos com a manutenção dos estádios ou pagamento do
departamento médico, pagos pelas prefeituras municipais. Já outros buscaram
alternativas para andar com as próprias pernas.



Com uma folha salarial em torno de R$ 20 mil (valor que é a realidade da
maioria dos clubes da competição), o Belo Jardim não conta contou com o apoio
da prefeitura para formar o seu elenco. Ainda assim, não lamentou o fim do
Todos com a Nota.





“Para
nós foi até melhor. Confiamos na torcida e esperamos um público de até 2.000
pessoas por jogo, o que nós daria uma renda de R$ 20 mil. Dinheiro que vamos
receber na hora. No ano passado, o campeonato terminou em setembro e só
recebemos o dinheiro do TCN em fevereiro deste ano”, relatou o diretor de
futebol Jonas Torres. O Belo Jardim também conta com um patrocinador master.



Outros clubes, no entanto, seguem dependentes do poder público. “Se não fosse o
apoio da prefeitura, nós ficaríamos impossibilitados de disputar a competição,
que para nós é caríssima. Essa é a realidade de muitos times”, reconheceu o
gerente de futebol do Afogados da Ingazeira, Alex Faustino. Em Arcoverde, o
Flamengo é outro que pena, quase sem patrocínio e apoio estreou ontem perdendo
para o Afogados por 3 x 0.

Sem Todos com a Nota, times da Série A2 se viram para arrumar recursos para disputar competição

           A Série A2 deste ano será a primeira competição estadual desde o cancelamento dos ingressos subsidiados pelo programa Todos com a Nota. Com isso, alguns clubes tiveram que buscar alternativas para suprir a ausência da verba governamental. Muitos seguiram atrelados ao poder público. Seja com ajuda financeira ou estrutural, com custos com a manutenção dos estádios ou pagamento do departamento médico, pagos pelas prefeituras municipais. Já outros buscaram alternativas para andar com as próprias pernas.

Com uma folha salarial em torno de R$ 20 mil (valor que é a realidade da maioria dos clubes da competição), o Belo Jardim não conta contou com o apoio da prefeitura para formar o seu elenco. Ainda assim, não lamentou o fim do Todos com a Nota.

“Para nós foi até melhor. Confiamos na torcida e esperamos um público de até 2.000 pessoas por jogo, o que nós daria uma renda de R$ 20 mil. Dinheiro que vamos receber na hora. No ano passado, o campeonato terminou em setembro e só recebemos o dinheiro do TCN em fevereiro deste ano”, relatou o diretor de futebol Jonas Torres. O Belo Jardim também conta com um patrocinador master.

Outros clubes, no entanto, seguem dependentes do poder público. “Se não fosse o apoio da prefeitura, nós ficaríamos impossibilitados de disputar a competição, que para nós é caríssima. Essa é a realidade de muitos times”, reconheceu o gerente de futebol do Afogados da Ingazeira, Alex Faustino. Em Arcoverde, o Flamengo é outro que pena, quase sem patrocínio e apoio estreou ontem perdendo para o Afogados por 3 x 0.