As
informações constam, segundo reportagem do Correio, de uma proposta de
delação apresentada por Vorcaro. De acordo com o documento, os repasses teriam
sido realizados como “contrapartidas financeiras” após um suposto “ajuste
indevido” envolvendo Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e atual vice
na chapa de Ronaldo Caiado na disputa presidencial.
Ainda
conforme o conteúdo atribuído à proposta de delação, os pagamentos estariam
relacionados à suposta manutenção do Credcesta no governo paulista.
O
produto funciona como uma modalidade de crédito consignado destinada a
servidores públicos e é operado pela PKL One Participações, empresa ligada a
familiares de Augusto Lima, sócio de Vorcaro.
A
alegação apresentada no documento é de que os recursos teriam funcionado como
uma compensação pela permanência do produto durante a gestão de Tarcísio de
Freitas.
Os
valores mencionados na proposta de delação também constariam das prestações de
contas eleitorais disponíveis na base do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo
a reportagem, os pagamentos foram realizados por Fabiano Campos Zettel,
apontado como operador ligado a Vorcaro.
As
informações, no entanto, fazem parte de uma alegação apresentada em uma
proposta de delação e não representam, por si só, comprovação definitiva das
acusações. Eventuais responsabilidades deverão ser apuradas pelas autoridades
competentes.
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